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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Brasil terá dois eventos em fevereiro: Rio Open e Brasil Open

Caros Amigos,

Em fevereiro teremos o mês mais quente do ano tenísticamente falando em território nacional, serão realizados dois eventos de grande porte e excelente nível de jogo, o Rio Open de 15 a 23 de fevereiro no Jockey Club e de 24/2 a 2/3 o Brasil Open no Ginásio do Ibirapuera.

Os Espanhóis Rafael Nadal e Davi Ferrer
O evento no Rio de Janeiro é o primeiro ATP 500 que realizaremos em solo nacional, e junto será feito um WTA Internacional, grandes nomes do tênis mundial, Rafael Nadal, Davi Ferrer, Tommy Robredo, Fabio Fognini, Bruno Soares, Marcelo Mello, André Sá, Teliana Pereira, Franchesca Schiavoni, Vera Svonareva e muitos outros grandes tenistas.
Não sei dizer se ainda há ingressos disponíveis, a procura estava muito grande e no Rio, alem do tênis, há uma Cidade Maravilhosa que sempre merece ser curtida.

O Brasil Open ocorrerá de 24/2 a 2/3, como é um evento aqui em São Paulo, muito mais acessível à todos nós paulistas, inclusive eu estarei presente em todos os dias e será um prazer encontrar os amigos por lá!

Quero dar algumas dicas e fazer algumas colocações, o quali será nos dias 22 e 23, sábado e domingo e a entrada  será franca, posso lhes garantir que um jogo com tenistas deste nível “ao vivo” é sempre um grande jogo, bonito de se ver, onde percebemos a velocidade, o efeito e principalmente a fome de bola de todos os jogadores, já ouvi muito apaixonado por tênis que viajou pelo mundo, dizer que os jogos do quali são mais aguerridos que os da chave principal.

Tommi Haas
Na chave principal já estão confirmados os nomes de Tommy Haas ( como joga! ), Nicolas Almagro, Bellucci , Pablo Cuevas, Marcel Granollers e Juan Monaco, além de outros, teremos grandes jogos com certeza, é uma excelente oportunidade para todos os apaixonados por tênis verem in loco um tênis de altíssimo nível.

Finalizando, trabalho com tênis a 33 anos e conheço gente o suficiente para conseguir uns ingressos na “faixa”, mas não o faço, compro meus ingressos primeiro para contribuir com o evento, pois torci muito para ele ser realizado em São Paulo e não num hotel no litoral baiano para os mosquitos e pernilongos, com todo o respeito ao público corporativo, mas para o bem do nosso esporte, quanto mais pessoas estiverem presentes, óbvio que é melhor para todo mundo, e segundo, também para poder criticar construtivamente.
No ano passado tivemos muitos problemas na organização do evento, quadras, bolas, ingressos a mais com certeza, e muita gente sentada nas escadas com uma falta de organização tremenda, espero que neste ano tenhamos um evento melhor, sabemos que a estrutura do Ibirapuera é arcaica e tudo que está nas mãos do poder público é uma lástima, senão como explicar “uma lanchonete” para 10.000 pessoas?!

Mas vamos lá, se você confia que todos podem fazer melhor sempre, inclusive estão divulgando ingressos numerado, será um prazer encontrar você.

Um grande abraço!

Glauco Pereira.
Coordenador Técnico 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Impressões Brasil Open 2012

Semana passada eu talvez tenha vivido a melhor semana, tenisticamente falando, de toda minha vida. Nunca tive a oportunidade de viajar para grandes torneios e o Brasil Open 2012 foi até o momento, meu Grand Slam.

O Brasil Open que por 11 anos foi disputado na Costa do Sauípe, finalmente veio para a capital do tênis no país. O ginásio do Ibirapuera em São Paulo recebeu um enorme público para prestigiar os grandes nomes do tênis mundial que estiveram presentes na competição.

Para tentar não alongar muito esse post, serei breve nas minhas impressões sobre o evento em si.

CONFIRA AS FOTOS DO TORNEIO - PARTE 1 | PARTE 2

A Kock Tavares está de parabéns! Demorou, mas a decisão de trazer o evento para São Paulo se mostrou mais do que acertada. O Brasil Open entrou numa nova era. As arquibancadas as moscas do Sauípe deram lugar a assentos cheios no Ibirapuera que chegaram a quase 10mil pessoas nas semis e final. Mesmo na segunda-feira, a sessão noturna já tinha um número considerável de espectadores para um 1o dia. Sexta-feira à noite, sábado e domingo foram espetaculares. A energia do público e sua torcida por Bellucci foi algo emocionante.

Os esforços da Kock em trazer nomes importantes foi bem sucedida. Nalbandian, Gonzalez, Ferrero, Simon, Verdasco e Bellucci engrandeceram o torneio e fez muita gente comparecer para assisti-los.

A cobertura televisiva dessa edição também foi diferenciada. Foram quatro emissoras transmitindo os jogos, sendo um canal aberto. Ainda assim, com tantas possibilidades de assistir pela TV, o Brasil Open esse ano levou um público recorde de 45mil pessoas durante os 7 dias de evento.

Apesar do evento brilhante e de seu sucesso, há sempre coisas que precisam ser melhoradas. As críticas abaixo são opiniões pessoais e espero que sejam vistas como críticas construtivas, até porque quero ver esse torneio melhorar e crescer a cada edição.

O ginásio do Ibirapuera melhorou com a reforma? Sim, mas continua sendo muito pobre para uma cidade como São Paulo. Qualquer universidade americana meia boca tem um ginásio melhor do que o nosso (sei que isso não tem a ver com a Kock Tavares, mas sim com a prefeitura). O calor lá dentro foi intenso, faltam telões para assistir os replays e para que brincadeiras sejam feitas com público que sempre adora aparecer no telão. Enfim, há muito o que melhorar no ginásio e no complexo em si.

Uma única lanchonete para atender todo o público foi um erro. O posto de gasolina em frente ao ginásio, e o McDonald's a um quarteirão viviam lotados, já que a fila na lanchonete do ginásio era enorme, especialmente nos intervalos dos jogos. Não só é desagradável deixar o complexo para poder comer, mas como o torneio deixou de faturar. Para quem passa o dia inteiro lá como eu fiz, pagar R$5,00 num salgadinho ou num crepe de massa com massa é pesado.

Brasileiro tradicionalmente não é muito bom de entretenimento em eventos esportivos. Colocar músicas nos intervalos dos jogos e fazer uma ou outra brincadeira não é suficiente. Algumas vezes chegávamos a esperar mais de uma hora entre um jogo e outro, é preciso fazer mais, dentro e principalmente fora do ginásio.

A "vila" com os stands podem e devem auxiliar nesse entretenimento durante o torneio e não apenas ficarem lá para os patrocinadores mostrarem seus produtos. Ativações que envolvam o público poderiam ter sido feitas com mais afinco. Um telão fora do ginásio com uma pequena praça de alimentação pode ajudar a criar um clima legal também fora da quadra, bem como ajudar o público a consumir mais.

O caminho para o ginásio Mauro Ribeiro foi um dos pontos negativos do torneio. Cheio de lama, caminho esburacado, entulho dos lados, carros parados no meio do caminho, enfim, deixou uma impressão ruim. O ginásio em si é bem antigo e as grades de proteção não proporcionaram a melhor das visões, mas atendeu seu objetivo.

Não quero que esse post pareça só de críticas, até porque eu amei o torneio. Dos três dias que eu havia planejado de assistir aos jogos, acabei indo seis, não comparecendo apenas no domingo da final. Inúmeras vezes escrevi no twitter que quem não estava lá, estava perdendo um senhor torneio, e de fato perdeu. Foi uma semana muito especial e inesquecível. Foi uma tremenda oportunidade de assistir excelentes jogadores de perto, tirar fotos com eles (essa facilidade de acesso aos jogadores foi um dos pontos fortes do torneio) e até mesmo bater papo com alguns.

Para encerrar, gostaria de parabenizar Lui Carvalho, gerente geral do torneio e toda a equipe da Kock Tavares por terem trazido o torneio a São Paulo e terem feito um belíssimo trabalho na organização do evento. Foi realmente um marco que faz todos sonharem com um torneio ainda maior em 2013!

E parabenizar o público que acreditou, apostou na idéia e compareceu em peso fazendo uma bela festa mesmo no meio do carnaval! Vamos lotar o ginásio ainda mais ano que vem!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Brasil Open 2012

A temporada do tênis profissional começou e já está fervendo do outro lado do mundo, enquanto isso os brasileiros vão se agitando para o Brasil Open 2012.

Depois de 10 anos sendo disputado na Costa do Sauípe, o maior torneio profissional do Brasil se mudou para a maior e mais importante cidade do país. São Paulo recebe a competição pela primeira vez e terá seus jogos disputados no Ginásio do Ibirapuera a partir do dia 11 de fevereiro com os jogos do qualifying.

A chave principal do torneio será disputada entre os dias 13 e 19 e contará com grandes nomes do tênis mundial. Abaixo estão alguns dos destaques do torneio com seus respectivos rankings e melhores posições já alcançadas:

- Gilles Simon, francês (atual 14o | melhor 6o);
- Fernando Verdasco, espanhol (atual 24o | melhor 7o);
- Juan Ignacio Chela, argentino (atual 29o | melhor 15o);
- Thomaz Bellucci, brasileiro (atual 37o | melhor 21o);
- Juan Carlos Ferrero, espanhol (atual 48o | melhor 1o);
- Tommy Robredo, espanhol (atual 51o | melhor 5o);
- David Nalbandian, argentino (atual 87o | melhor 3o).

O torneio continuará sendo disputado no saibro, mas dessa vez será indoor, algo bom considerando a quantidade de chuva que tem caído em São Paulo.

O campeão do torneio receberá 250 pontos no ranking da ATP, além de levar uma premiação de US$85.800.

De 2a a 6a feira, as partidas terão início a partir das 12h. No sábado a partir das 15h e no domingo às 13h. Esses horários estão sujeitos a alterações.

Os ingressos já estão sendo vendidos e as cadeiras inferiores para as semifinais e final já estão esgotados. Portadores dos cartões American Express e afiliados a Confederação Brasileira e a Federação Paulista de Tênis possuem descontos especiais na compra de ingressos. Mais informações podem ser encontradas no site do Brasil Open www.brasilopen.com.br.

Depois de muitos anos esperando, o torneio finalmente veio para a cidade onde ele merecia estar. Vamos torcer por um grande evento e que o público compareça em peso, faça uma bela festa e prove que é aqui que o Brasil Open pertence.

Não percam essa oportunidade de assistir grandes nomes do tênis duelando nas quadras brasileiras.