Ano passado fizemos nossa primeira tentativa de realizar uma Clínica Masculina no Play Tennis de Moema, mas São Pedro resolveu alugar todas as quadras bem no dia. Ai o Natal chegou, todos viajaram e a segunda tentativa foi postergada para dia 19 de Março de 2010. Pedrão mais uma vez fez menção em alugar as quadras, mas resolveu alugar as do Play Tennis do Morumbi, nos deixando finalmente realizar a 1a Clínica Masculina de Tênis do Play Tennis de Moema.
A noite estava linda, a temperatura agradável, todos animados e o resultado não poderia ter sido diferente, se não muito sucesso. 18 participantes se esgotaram depois de três horas de tênis. Drills, treinamento de controle, torneio de duplas e como não poderia deixar de ser, um churrasquinho para ajudar recuperar as forças e descontrair. A reunião estava tão boa que já passava bastante das 2hrs da manhã quando todos tomaram o rumo de casa.
Gostaria de agradecer a presença de todos os participantes, Fabio, Enzo, Luciano, Luis Carlos, Nicholas, Felipe, Yank, Peter, Leonardo, Carlos, Gustavo, Gustavo Caiuby, Elias, Marcos Vinicius, Tsutomo, Osni Junior e Marcos Rogério. Sei que muitos gostariam de ter participado, mas imprevistos de última hora os deixaram de fora. Mas não se preocupem, dia 07 de Maio teremos outra no Play Tennis do Brooklin!
Aproveito para agradecer também ao time de professores, Osni, Gilberto, Edson e Sidney liderados pelo Glauco. A Fê que me ajudou a organizar e os pegadores que voaram em quadra para que os carrinhos estivessem sempre cheios!
Se você quiser conferir as fotos no Facebook, clique aqui. Se preferir vê-las no site do Play Tennis, clique aqui.
Dados do IBGE de 2005 mostram que apenas 2,9% das empresas chegam aos 30 anos de existência. Bom, esse é exatamente o número de anos que Francisco Garrafa, mais conhecido apenas pelo sobrenome, frequenta a Av. dos Imarés, 923, ou mais conhecida como Play Tennis de Moema.
Garrafa começou dentro das quatro paredes, na quadra de squash. Lá ficou por quase 20 anos. Há 10 anos resolveu trocar a raquete, a bolinha e a quadra, passando para o tênis. E dali não saiu mais. Garrafa faz aulas com Osni desde que passou para o tênis e eles formaram uma parceria que dá gosto de ver. Mas não só de aulas vive um homem, as duplinhas com a molecada fazem parte do script, as cervejinhas as sextas para relaxar, os churrascos e os amigos secretos todo final de ano.
E ele não é o único Garrafa a fazer parte da família da Imarés. Seus três filhos, Thaís, Fernando e Renata também se juntaram ao pai. Fernando jogou por oito anos e de vez em quando aparece para umas duplas com o pai. Atualmente apenas Thaís está fazendo aulas, também com o Osni. Mas a 3a geração dos Garrafa está à caminho. Guilherme e Gustavo de três e quatro anos, filhos do Fernando em breve começarão a dar suas raquetadas.
Mas esse é o espírito, essa é a idéia e o sonho. Que o Play Tennis possa ser a casa de todos, que gerações de famílias possam jogar com a gente, que seja um ambiente tão agradável e aconchegante que adultos e crianças possam se divertir juntos, assim como os Garrafa fazem há 30 anos.
Garrafa, obrigado por estar conosco durante tantos anos, obrigado por ajudar cada um que já precisou de consultas e remédios, obrigado por confiar em nós a ponto de levar todas as gerações de sua família para lá. Que possamos estar juntos pelos próximos 30 anos!
Numa partida que tinha tudo para ser uma grande festa reunindo quatro dos maiores tenistas da história, dois deles resolveram lavar a roupa suja. No segundo Hit for Haiti, o evento organizado com o intuito de arrecadar fundos para reconstrução do país caribenho atingiu o objetivo, mas passou por um momento inesperado e vergonhoso.
Os ídolos norte americanos Pete Sampras e Andre Agassi resolveram trocar farpas durante a partida deixando Roger Federer e Rafael Nadal constrangidos. Sampras fez parceria com Federer e Agassi com Nadal.
Quando Sampras sacava em 4/4, Agassi que já estava com a língua afiada, resolveu cutucar Sampras dizendo que ele sempre tinha que levar coisas a sério. O sempre focado Sampras resolveu descontrair, imitando a passada de pinguim de Agassi e arrancando gargalhadas do público. Agassi devolveu a brincadeira, mas não imitando algum trejeito de Sampras, mas sim dizendo que ele é mão de vaca (história que ele conta em sua autobiografia). A partir daí o bate boca continuou por um momento, e acabou quando Pete disse que Andre estava levando para o lado pessoal e Agassi retrucou dizendo que não era pessoal pois todos já sabiam.
A situação ficou tão desagradável que até mesmo Nadal teve que pedir à Agassi para maneirar. No final, a parceria formada pelos dois maiores vencedores de Grand Slam da história levou a melhor e venceu por 8/6.
Eu já comprei o livro do Agassi, mas ainda não li. Estou na metade do livro do Sampras, mas infelizmente sem muito tempo para acabar. Mas pelos comentários e histórias que li sobre o livro, fiquei muito decepcionado com Agassi e confesso que depois desse episódio, fiquei ainda mais. Ao final da partida, Sampras tentou botar panos quentes, mas Agassi nem deu bola e não retornou o elogio.
Vendo isso, aprecio ainda mais o caráter dos dois maiores ídolos do tênis atual, Federer e Nadal. Com uma rivalidade muito mais saudável, os dois se mostram cada vez mais como exemplos a serem seguidos.
Está começando essa noite no Maracanãzinho o Rio Champions, torneio de veteranos que faz parte do circuito Champion Series. Esse circuito acontece desde 2005, mas veio ao Rio de Janeiro apenas ano passado, onde John McEnroe foi campeão da etapa em cima de Jim Courier.
Para poder participar, os tenistas precisam ter pelo menos 30 anos, ter no mínino alcançado a final de um Grand Slam, estado entre os 5 melhores do ranking da ATP ou jogado uma partida de simples numa final de Copa Davis.
Oito jogadores competem numa chave eliminatória. Os perdedores da estréia jogam uma partida exibição de duplas no sábado. Os perdedores da semifinal disputam o 3o lugar antes da final no domingo. O campeão do torneio leva US$60 mil.
Esse ano o Brasil recebe ninguém menos do Marat Safin. Recém aposentado, o russo é a maior atração do torneio. Presenteado com enorme talento, Safin não chama atenção apenas dentro das quadras, ele sempre foi um dos mais simpáticos jogadores do circuito e também é mestre na arte de gerar notícias. Ele chega ao Rio com um alto nível de jogo, afinal, há poucos meses ainda disputava torneios profissionais. Para quem quiser saber um pouco mais sobre esse grande jogador, clique aqui e leia a matéria que escrevi sobre ele na época de sua aposentadoria.
O maior campeão do circuito e finalista em 2009 no Rio, Jim Courier também estará presente. O ex-número 1 do mundo volta para tentar capturar o título que deixou escapar ano passado. Dono de quatro Grand Slam e duas Copa Davis, o americano possuí um técnica estranha e movimentos não tão belos, mas é eficiente.
O sueco Mats Wilander é o maior nome do torneio em termos de títulos conquistados na carreira profissional. Ao todo foram sete títulos de Grand Slams e três Copa Davis, além de 20 semanas na liderança do ranking.
O australiano, Mark Philippoussis que se declarou falido tempos atrás, deve estar tentando reaver a fortuna de quase US$7 milhões que conquistou ao longo da carreira. Para isso, vai ter que encaixar muitos de seus potentes saques. Philippoussis que esteve aqui ano passado, foi duas vezes finalista de torneios Grand Slam, conquistou duas Copa Davis e alcançou a 8a posição no ranking.
Eu era relativamente jovem quando vi o sul africano Wayne Ferreira jogar, lembro gostar de seu jogo, mas lembro também como ele era amarelão. Sempre achava que seu jogo podia o levar mais longe do que a 6a posição no ranking e os 15 títulos conquistados na carreira. Mas enfim, tem jogadores que na hora "H" travam. Acho que ele era um deles.
O encardido francês, Cedric Pioline, também mostra suas raquetadas por terras tupiniquins. Pioline foi duas vezes campeão da Copa Davis, chegou a duas finais de Grand Slam e chegou a ser 5o do ranking. Tem um número baixo de títulos na carreira para alguém com sua reputação, "apenas" cinco.
Mikael Pernfors é compatriota de Wilander, mas não possuí o mesmo currículo impressionante. O sueco que esteve no Brasil ano passado, chegou a ser finalista da Rolando Garros e conquistou três títulos da ATP. Sua melhor posição no ranking foi o 10o lugar. Último, porém não menos importante, o showman brasileiro, Fernando Meligeni. Sempre presente nesses eventos, Meligeni é garantia de diversão. Na teoria, ele não atende os requisitos mínimos para participação do evento, mas o país sede da etapa tem direito a um convite.
Abrindo a programação teremos Fernando Meligeni x Mikael Pernfors. Logo depois jogam Mark Philippoussis x Cedric Pioline, seguido do grande jogo da noite entre Marat Safin x Wayne Ferreira e encerrando a rodada Mats Wilander x Jim Courier.
Enquanto não entravam em quadra, os tenistas aproveitaram o tempo livre para conhecer alguns pontos turísticos e bater uma bolinha com Zico no Maracanã. Outra grande atração do evento é a presença de Gustavo Kuerten. Ele não jogará, mas será homenageado pelo aniversário de 10 anos de seu título no Masters Cup em Lisboa, conquista que o deu a liderança do ranking, roubada justamente de Safin. Ele ainda fará a alegria da garotada, já que jogará com elas amanhã no Kids Day.
Nunca temos a oportunidade de ver grandes ídolos como esses no Brasil durante suas carreiras profissionais. Essa é uma chance rara de assistir de perto tenistas que fizeram a história. Quem puder, não perca. Quem sabe um dia consigamos organizar torneios grandes o suficiente para que jogadores top venham ao país no auge de suas carreiras.
Depois de muitas desistências, intrigas e até um terremoto, a 1a rodada da Copa Davis aconteceu. E sem muitas surpresas. Pena que não teve um bolão da Davis, senão teria ido muito bem. Dos oito confrontos, acertei os oito vencedores e sete resultados. Tomara que eu tenha essa sorte no Bolão da ATP que começa essa semana em Indian Wells.
Espanha como era de se esperar, passou bem pela Suíça. Wawrinka conseguiu assustar apenas no primeiro jogo quando derrotou Almagro. Ferrer em grande fase ganhou suas duas partidas de simples sem dificuldades. A dupla espanhola também foi bem no sábado. Sem Federer, a Suíça tem que torcer por um adversário bem fraco onde Wawrinka possa resolver sozinho. Não foi o caso. (Placar final 4-1 Espanha) França também passeou contra a Alemanha. O confronto foi definido no jogo de duplas. Jogando em casa com Monfils e Tsonga nas simples e Benneteau e Llodra nas duplas, ficou difícil para Kohlschreiber e Becker. (Placar final 4-1 França)
Rússia e Índia foi onde errei o placar. Eu coloquei 5-0 Rússia, mas esqueci completamente da fortíssima dupla indiana Bhupathi e Paes. Mesmo assim eu teria errado. Esse seria o único ponto logicamente dado à Índia, mas eles ainda conseguiram arrancar mais um ponto no quinto jogo. As expectativas para o confronto eram tão boas que até Davydenko desistiu de jogar e deixou as honras para Youzhny e Kusnitsyn. (Placar final 3-2 Rússia)
Argentina e Suécia foi sem dúvida o melhor confronto dessa primeira rodada. Os hermanos foram para a Europa sem Del Potro e Nalbandian, o que deixou as previsões difíceis, uma vez que teriam que enfrentar Soderling apenas com Zeballos, Mayer e Schwank. Mas um chamado de última hora levou Nalbandian à Estocolmo. Na primeira partida Soderling bateu Schwank. Na segunda Mayer de certa forma surpreendeu Johansson, e conquistou um ponto fundamental para os argentinos. Nas duplas Nalbandian entrou em quadra com Zeballos e garantiu o segundo ponto. Como era esperado, Soderling empatou o confronto derrotando Mayer. Ai entrou a estrela de Nalbandian. Herói do confronto, ele derrotou Vinceguerra e deu a vitória para a Argentina. Mas em minha opinião, o jogo que decidiu o confronto foi Mayer e Johansson. Esse era um jogo sem muito favoritismo, ao contrário dos outros. Então parabéns para Leonardo Mayer. (Placar final 3-2 Argentina)
Croácia e Equador foi um atropelamento. Com exceção do primeiro jogo que Nicolas Lapentti deu uma canseira em Karlovic, mas acabou perdendo no 5o set, o resto não deu nem graça. Os gigantes Karlovic e Cilic deram conta do recado e pararam bem os irmãos Lapentti. Com essa derrota é bem possível que vejamos a aposentadoria de Nicolas no horizonte. (Placar final 5-0 Croácia)
Sérvia e EUA também foi um bom confronto. A Sérvia conseguiu dois pontos nas simples de sexta-feira em dois bons jogos. No sábado os EUA não puderam contar com Mike Bryan que ficou doente e Bob teve como parceiro John Isner. A nova parceria fez bonito. A quarta e decisiva partida entre Djokovic e Isner foi cheio de alternativas e poderia ter ido para qualquer lado. O jovem americano deu muito trabalho para Nole que mais uma vez se mostrou inconstante. Mas mesmo assim ele soube controlar os nervos e fechou 6/4 no 5o set. (Placar final 3-2 Sérvia)
Bélgica e República Checa foi um confronto tranquilo também. A dupla Berdych e Stepanek jogaram bem e não deram muitas chances para os irmãos Rochus e o talentoso Xavier Malisse. Confronto foi decidido nas duplas. (Placar final 4-1 Rep. Checa)
Por último, o confronto mais polêmico da rodada, Chile e Israel. Após os fortes tremores que ocorreram alguns dias antes do confronto, o Chile queria adiar as partidas, mas a ITF com seu rígido regulamento não aceitou. A entidade apenas adiou o início para sábado aceitando a dificuldade que jogadores e juízes tinham para chegar ao local uma vez que os vôos comercias estavam cancelados. O confronto ocorreu e o time da casa conseguiu trazer uma alegria para o povo que está sofrendo tanto. A vitória veio na quarta partida com Gonzalez. Ele que desistiu de disputar o torneio de Indian Wells essa semana para ficar e ajudar seu país. (Placar final 4-1)
Espero que a próxima rodada tenha transmissão de alguma emissora, fez falta.
Depois de um mês de Janeiro bastante agitado e com muitos torneios abrindo a temporada, Fevereiro foi um pouco mais tranquilo para os juvenis do Play Tennis.
Os destaques do mês foram, Ana Farinha que repetiu a boa performance dos torneios anteriores e foi campeã de 12F no Clube Esperia. E Laila Kochen que foi bem no torneio da Aces, chegando à final da categoria 12F.
Março será um mês de pé na estrada para muitos atletas. Semana que vem teremos em Blumenau, o Banana Bowl, um dos maiores torneios juvenis do mundo, que está na sua 40a edição. Logo em seguida os tenistas seguem para Porto Alegre para disputar a também tradicionalíssima Copa Gerdau.
Giovanna Baccarini (16F), Giulia Perrone (16F) e Karina Fiamengi (18F) vão jogar ambos os torneios. Elas terão a companhia de Laura Pigosse (18F) que além do Banana e Gerdau vai participar dos Jogos Sul-Americanos em Medelín, na Colômbia onde representará o Brasil. Ainda teremos Mariana Humberg (14F) disputando da Copa Gerdau e do Rio Champions, evento de veteranos ex-profissionais, mas que terá um torneio de juvenis também. Lucas Dias (16M) também participará do torneio no Rio que começa dia 12. Renato Lima (12M) fará parte do time que vai ao Banana Bowl.
Como se não bastasse, a equipe do Play Tennis seguirá para Avaré nos dias 19, 20 e 21 de Março para disputar o circuito paulista que será disputado no Avaré Tennis Tomb e Clube AABB.
Todos os atletas terão acompanhamento da equipe de treinadores. Renato Messias irá com os atletas para o Banana Bowl e Copa Gerdau. Orlando Rosa e Douglas Santana acompanharão a equipe na viagem para Avaré! Boa sorte a todos!
Depois de quatro semanas rodando a América do Sul e jogando torneios de saibro, chegou a hora de se preparar para os dois Masters 1000 de quadra rápida nos Estados Unidos, Indian Wells e Miami. É isso que Thomaz Bellucci e Ricardo Mello estão fazendo essa semana no Play Tennis.
Nessa mini temporada de saibro, Bellucci começou muito bem com um título no ATP de Santiago. A bela campanha, no entanto, acabou desgastando o campeão que teve quatro de seus cinco jogos decididos no 3o set. Na semana seguinte chegou ao calor extenuante da Bahia, onde perdeu nas quartas de final para Ricardo Mello. Após uma semana de descanso, ele voltou às quadras no ATP 500 de Acapulco. Bellucci foi eliminado na 2a rodada por David Ferrer, que viria a ser o campeão do torneio.
Ano passado Bellucci jogou os quatro torneios da mini temporada de saibro. Perdeu um deles na 1a rodada, dois na 2a rodada e foi finalista na Costa do Sauípe, conquistando um total de 215 pontos. Esse ano ele não só defendeu seus pontos como acrescentou mais 125. Com a grande evolução que obteve no ranking nos últimos 12 meses, entrará como cabeça de chave nos Masters 1000, se livrando dos grandes nomes nas primeiras rodadas. E pensar que ano passado Bellucci teve que jogar o quali em ambos os torneios americanos.
Ricardo Mello que já foi campeão do Challenger de São Paulo no início do ano, também teve boa participação na temporada sul-americana. Perdeu na 2a rodada de Santiago, foi semifinalista na Bahia, perdendo para o campeão Juan Carlos Ferrero. E sem muita sorte no sorteio da chave em Buenos Aires, Mello caiu justamente contra Ferrero na 1a rodada que o eliminou novamente.
Em 2009, Mello não jogou a temporada de saibro sul-americana e optou por jogar os torneios em quadra rápida norte americanos que servem justamente de preparação para os dois Masters 1000. Na época, o campineiro estava rondando a 175a posição no ranking. Atualmente ele se encontra em 113o lugar. Seu objetivo é furar os qualis e ir bem nas chaves principais de Indian Wells, do Challenger de Sunrise que acontece na Flórida e de Miami, assim acumulando pontos suficientes que o livrem do quali de Roland Garros.
Conversando com o Carlão, técnico do Ricardo Mello, ele me disse que a idéia é que Mello jogue os grandes torneios da temporada de saibro que antecedem o Grand Slam francês.
Boa sorte aos dois e que os objetivos sejam alcançados! Estaremos aqui torcendo!
Esse é provavelmente o post que eu mais queria escrever e venho esperando desde o começo do ano para fazer, finalmente chegou o momento. O assunto é o Bolão Oficial da ATP chamado de ATP World Tour Draw Challenge Circuit. Ano passado descobri isso um pouco tarde e consegui participar apenas dos dois últimos eventos. Mas posso garantir que foi extremamente divertido. Nesse post vou explicar um pouco como funciona, e mostrar um passo a passo de como se registrar e preencher os palpites.
Esse bolão na verdade é um circuito. Ele é composto dos nove torneios Masters 1000. (O regulamento inclui também Roland Garros, Wimbledon e Australian Open, mas no calendário não aparece, então não sei se esse ano eles farão parte, ano passado eles fizeram).
Primeiro você tem que se registrar no site http://challenge.atpworldtour.com, colando email, nome ou apelido, senha e a confirmação da senha, selecionar o país e clicar em "Play Now". Se você participou ano passado e já possui registro, basta ir ao topo da tela, do lado direito e colocar o email que foi registrado e a senha.
A cada torneio, você deve dar seus palpites de todos os jogos da chave, desde a primeira rodada até a final. É preciso ficar atento pois as chaves são liberadas para os palpites um pouco mais de 24 horas antes do início dos torneios, que é quando as "apostas" são encerradas.
Para dar os palpites, basta ir em "My Draw", selecionar o torneio e uma vez que aparecer a chave na sua tela, clicar nos nomes que você deseja avançar à próxima rodada. Antes de submeter seus palpites você precisará selecionar o número de games que serão jogados na final. Isso será usado para definir o vencedor em caso de empate.
Os resultados, contagem e ranking são atualizados instantaneamente ao final de cada jogo. Cada rodada dá uma pontuação diferente para os palpites corretos (1 ponto para cada jogador correto das 128o e 64o de final; 2 pontos para as 32a de final; 4 pontos para as oitavas de final; 8 pontos para as quartas de final; 16 pontos para as semifinais; 32 pontos para a final).
Há duas formas de ganhar o prêmio principal. Uma é sendo o campeão do circuito ao final da temporada. Aquela pessoa que acumular mais pontos em todos os torneios ganha o prêmio máximo que é uma viagem com acompanhante para assistir o ATP Finals de Londres de 2011. Outra forma é acertando uma chave completa, ou seja, se você acertar todos os palpites, 100% da chave, você também leva. Há prêmios secundários para os vencedores das etapas. É possível também participar de grupos. Há um ranking dos grupos que é composto pela soma dos pontos de todos os integrantes. Eu criei um grupo do Play Tennis. Basta ir ao item "Groups" e procurar por Play Tennis. Fazendo parte do grupo fica mais fácil de nós acompanharmos o desempenho de cada um. Uma vez que as "apostas" forem encerradas e o torneio começar, é possível ver a chave de nossos amigos e de todos os outros participantes também.
LEMBRETE IMPORTANTE: O primeiro bolão é o do Torneio de Indian Wells que começa semana que vem. O site da ATP está anunciando que os palpites irão se iniciar na terça-feira, dia 09, a tarde. Teremos um pouco mais de 24 horas até o início do torneio.
Eu garanto a todos que é muito divertido. Quanto mais pessoas participarem, mais interessante fica. Ano passado participei junto ao Osni Jr., e todos os dias quando nos encontrávamos, a primeira coisa era perguntar "E ai, como você tá no bolão?" e ficávamos conversando sobre os resultados dos jogos.
Portanto, encorajo a todos a participar e incentivar os amigos. Não tem custo nenhum. Se houver alguma dúvida, deixe seu comentário aqui no blog que eu responderei. E assim que sua inscrição estiver feita, bem como a inclusão no grupo do Play Tennis, mande sua mensagem com o nome ou apelido para que possamos acompanhar durante o torneio.
Depois do sucesso do Playzinho no Play Tennis Morumbi, a escolinha de tênis voltada para crianças de 4 a 9 anos está chegando também no Play Tennis de Moema a partir de Março.
O Playzinho é uma aula em grupo voltada especificamente para crianças. Com raquetes menores e mais leves, bolas mais macias e lentas, redes mais baixas e quadras mais curtas. Tudo é voltado para os baixinhos.
O trabalho é feito de forma a desenvolver a coordenação motora da criança, estimular o prazer pela atividade esportiva e pelo tênis e aumentar o convívio social. Aulas em grupos podem mais divertidas e proveitosas para crianças nessas idades.
O Playzinho é dividido em três níveis: Smash, Ace e Winner. Smash voltado para crianças de 4 e 5 anos. O Ace vai de 6 a 7 anos e o Winner de 8 a 9. Cada nível vai dar atenção a uma parte do desenvolvimento da criança, preparando-os para a próxima etapa. O coordenador do projeto desde o início do Playzinho no Morumbi é Roberto Pagliotto e o professor responsável em Moema será Guilherme de Freitas. Guilherme é cria da casa, estudante de educação física, jovem, porém com bastante conhecimento e muito jeito com as crianças que o adoram.
Convidamos todos vocês a virem fazer uma avaliação, e conhecer o Playzinho. Traga seus filhos. Para saber mais informação, entre em nosso site ou ligue para nossas unidades.
A Copa Davis de 2010 já começou cercada de intrigas. Como todo ano há sempre a velha discussão de que a Davis é muito desgastante e acaba com muitos jogadores do topo do ranking não integrando o time de seus países. Mas em 2010 o ano mal tinha começado e já se falava em Copa Davis, ou melhor, num substituto para ela. Foi sugerida a Copa do Mundo, uma competição com 32 países disputando um uma única semana. Não é esse ano que isso vai acontecer, e por enquanto continuaremos da mesma forma que dos últimos 110 anos.
Serão oito confrontos na primeira rodada do Grupo Mundial.
- Espanha vs Suíça em Logrodo na Espanha (Saibro Indoor) - Alemanha vs França em Toulon na França (Rápida Indoor) - Rússia vs Índia em Moscou na Rússia (Rápida Indoor) - Argentina vs Suécia em Estocolmo na Suécia (Rápida Indoor) - Equador vs Croácia em Varazdin na Croácia (Rápida Indoor) - Sérvia vs Estados Unidos em Belgrado na Sérvia (Saibro Indoor) - Chile vs Israel em Coquimbo no Chile (Saibro) - Bélgica vs República Checa em Bree na Bélgica (Saibro Indoor)
Espanha e Suíça tinha tudo para ser o confronto mais interessante da rodada. Com a ausência de Nadal e Federer, além de Verdasco e agora Ferrero, o encontro perdeu um pouco o brilho. A Espanha se tornou favorita, afinal tem um esquadrão forte e conta com 12 jogadores entre 100 melhores, nove deles entre os 50. Já a Suíça sobrou com Wawrinka que é um bom jogador, mas não tem condições de carregar Chiudinelli nas costas. A Espanha vem de Ferrer, Robredo e Almagro para jogar em casa, no saibro. (4-1 Espanha)
Entre França e Alemanha, o favoritismo vai para os franceses que contam o 11o e 13o do ranking, Tsonga e Monfils. Já os alemães têm em seu time Philipp Kohlschreiber e Benjamin Becker, atuais 28o e 40o do mundo. Tommy Haas, número 1 da Alemanha vai desfalcar a equipe, mas com base no seu desempenho esse ano, não fará tanta falta assim. (4-1 França)
O confronto Rússia e Índia deve ser o mais tranquilo dessa rodada. Rússia que joga em casa vem com Davydenko e Youzhny, dois jogadores fortíssimos e em excelente fase. Já a Índia não tem um jogador sequer entre os 100 primeiros do mundo. O mais bem ranqueado é Somdev Devvarman, número 143. Um milagre já estarem no Grupo Mundial. (5-0 Rússia)
Entre Suécia e Argentina, ficaria com os hermanos, mesmo sem Del Potro e Nalbandian. Mas depois da desistência de Juan Monaco, o time sul-americano vai contar apenas com Horacio Zeballos, Eduardo Schwank e Leonardo Mayer. O time europeu tem Robin Soderling, mas é basicamente isso. O segundo melhor ranqueado é Andreas Vinciguerra, e ele vem apenas na 236a posição. Com essas desistências, ficou mais difícil opinar, mas na média, acho o time argentino mais forte, mesmo jogando na quadra rápida. (3-2 Argentina)
Os irmãos Lapentti fizeram o Brasil passar vergonha em plenas terras tupiniquins ano passado, mas acho que vai ficar nisso. Contra a Croácia que conta com Cilic e Karlovic, na casa deles e numa quadra rápida indoor, acho que os equatorianos não têm muita chance. Uma pena, pois foi justamente a Copa Davis que segurou a aposentadoria de Nicolas Lapentti. Sem ela, é capaz do ex-número 6 do mundo pendurar as raquetes. (5-0 Croácia)
Os EUA vão sem Andy Roddick para o confronto contra a Sérvia em Belgadro. Mas terão Querrey, Isner e irmãos Bryan que essa semana chegaram à vitória de número 600 da dupla. Todos vêm de bons resultados, mas não creio que serão páreos para Djokovic e Victor Troicki, especialmente porque estarão jogando no saibro. Mas é difícil dizer. Djokovic ganhou em Dubai, mas sofreu bastante e chamou atendimento médico na final. Esse pra mim é o confronto mais complicado de opinar. (3-2 Sérvia)
O Chile sofreu pra convencer sua estrela a jogar. Gonzalez queria por que queria muito dinheiro. Eles chegaram a um acordo dando assim o favoritismo para o time sul-americano. Seu parceiro será Nicolas Massú, que já foi bom, mas atualmente não assusta muito. O time Israelense vem com Dudi Sela, 64o do mundo e Harel Levy que já chegou a ser 30o do ranking, mas se não estou enganado sofreu com algumas contusões e hoje figura em 128. A disputa foi colocada em dúvida devido o terremoto que abalou o Chile, mas a Federação Chilena e Internacional confirmaram o confronto. (4-1 Chile)
Por último, temos a Bélgica dos irmãos Rochus e do talentoso Xavier Malisse, mas que dificilmente conseguirá superar a República Checa de Tomas Berdych e Radek Stepanek mesmo jogando fora de casa. (4-1 República Checa).
Minhas opiniões foram colocadas, agora quero saber os seus palpites para a 1a rodada da Copa Davis? Quem avança para as quartas de final? Comente.